Do chão de fábrica à liderança, mulheres conquistam seu espaço na ArcelorMittal Vega e simbolizam um cenário de transformação em ambientes majoritariamente masculinos

Do chão de fábrica à liderança, mulheres conquistam seu espaço na ArcelorMittal Vega e simbolizam um cenário de transformação em ambientes majoritariamente masculinos

Do chão de fábrica à liderança, mulheres conquistam seu espaço na ArcelorMittal Vega e simbolizam um cenário de transformação em ambientes majoritariamente masculinos

Foi em meio à diversidade da flora e da fauna de São Francisco do Sul que Amanda Cristina Cruz da Silva, de 20 anos, teve o seu primeiro contato com a ArcelorMittal Vega. As visitas escolares à Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), mantida pela empresa, fizeram com que Amanda criasse um carinho e uma admiração por Vega já na infância.

Hoje, Amanda simboliza uma outra diversidade. A jovem foi a primeira mulher na ArcelorMittal Vega a ser contratada como Controladora de Produção em uma escala de turno no chão de fábrica. Um lugar onde se sente acolhida, respeitada e valorizada.
“Ser contratada foi um momento muito marcante na minha vida. Desde o estágio, ficou claro para mim que eu teria as mesmas oportunidades de todos, não importava o gênero. É um reconhecimento gratificante saber que, com a minha dedicação e trabalho conquistei essa vaga”, comemora.

Contratada em 2020, Amanda também foi uma das selecionadas em 2018 pelo Programa Sustentabilidade Técnica, uma iniciativa de Vega em parceria com o Senai que busca valorizar jovens talentos da comunidade, Ela se forma neste ano no curso técnico de eletromecânica, sua porta de entrada para um caminho promissor.
O emprego na ArcelorMittal Vega é o primeiro de Amanda. Seus próximos passos são um curso de inglês e ingressar em uma faculdade para poder crescer dentro da empresa. Depois de Amanda, mais três mulheres já foram contratadas para escalas de turno de fábrica em Vega.

“Se eu pudesse deixar um conselho para todas as mulheres que têm receio de explorar uma nova área, eu diria: não desistam. Estudar eletromecânica foi um mundo novo para mim, mas que me transformou e não me arrependo. Aproveite as oportunidades”, ressalta Amanda. 

Para a primeira Gerente de Área mulher da ArcelorMittal Vega, Gabriela Gomes de Oliveira, um dos caminhos para termos mais lideranças femininas no futuro é justamente esse: mais mulheres na base e com acesso à formação. 

“Com a contratação de mulheres nas linhas de produção, a ArcelorMittal Vega começa a construir esse caminho. Essa transformação já está acontecendo. São mulheres que terão a oportunidade de crescer e criar um plano de carreira dentro da empresa”, avalia. 

A engenheira é um bom exemplo dessa trajetória: recém-formada, entrou como trainee em 2008, trabalhou por dois anos em uma unidade da ArcelorMittal na Alemanha e retornou em 2011 para Vega. Atuando sempre em ambientes majoritariamente masculinos, Gabriela lidera hoje uma equipe de 42 empregados, todos homens. Para ela a busca deve ser pela igualdade de respeito e não de gêneros.

“É preciso respeitar as diferenças, o conhecimento e a capacidade de cada um. Sempre fui muito respeitada, o que me inspira em incentivar outras mulheres a ingressar em ambientes de trabalho majoritariamente masculinos. Homens e mulheres têm formas diferentes de pensar e isso agrega às relações profissionais.”, reforça Gabriela.